sábado, janeiro 21, 2006
A QUADRA POLIVALENTE DE ESPORTES
No início das atividades na sede da Avenida Magalhães Barata o terreno era estreito e pequeno, medindo aproximadamente oito metros de frente e fundos projetados até a antiga caixa d’água. A única área de lazer era uma quadra de voleibol de chão batido.
Após a escavação da piscina, o Chefe Castelo direcionou o trabalho para construção da quadra de esportes da FEIJ, denominada Quadra de Esportes Glycério Marques.
No ano de
As partidas de basquete na olimpíada feijiana e no campeonato da FEIJ, entre as Associações filiadas, eram disputadíssimas e sem favoritismo, devido o equilíbrio das equipes e o alto nível técnico dos atletas, onde se destacavam, entre outros, Imar, Titan, Edson Branco, Iara, Badú, Nelito Maneschy, Dezinho Maneschy, Mendonça, João Sobrinho, Schuterschits, Rebato Cristo, Pelé, Carlos Alberto, Nêna, ...
A FEIJ foi convidada, reiteradas vezes, pela Federação Paraense de Desportos a participar do campeonato paraense de basquete, mas o Chefe Castelo sempre recusava esses convites. Primeiro, para que a FEIJ não ficasse sujeita às normas de outra entidade pela filiação, e, segundo, por não aceitar a cessão da quadra de esportes da FEIJ, para realização de jogos pelo campeonato oficial. “A FEIJ não cede nem aluga as suas dependências. Favor não insistir”, constava na placa que mandou afixar na entrada da FEIJ.
Os atletas da FEIJ disputavam o campeonato paraense de basquete vestido a camisa de diversos clubes, como Payssandu, Remo, Bancrevea e Júlio César, sem nenhum obstáculo criado pelo Chefe Castelo.
Merece registro o fato de no início da década de
Atualmente os jogos de quadra e “peladas” na FEIJ ainda são disputados na velha quadra de esportes construída pelos antigos feijianos.
A Quadra de Esportes da FEIJ, em 1990, estava praticamente sem condições para o exercício de atividades esportivas, sem por em risco a integridade física dos feijianos. Houve necessidade de parceria da FEIJ com terceiros, na gestão do presidente Alcir Gursen De Miranda, para tornar possível a recuperação do piso da quadra e da arquibancada de madeira, que se mantém até os dias atuais. No início do ano de 2005, na gestão do presidente Antônio Sérgio do Amaral Queiroz, a arquibancada de madeira foi completamente reformada, com a agradável pintura da bandeira do Pará.

Glycério Marques foi um dos pioneiros do escotismo no Estado do Pará e presidente da Associação Couto de Magalhães, quando esta se filiou à FPE, antecessora da FEIJ. Transferiu-se para o então Território Federal do Amapá, à época de sua criação, onde exerceu os mais importantes cargos públicos.
